Cirurgia Robótica no Tratamento de Doenças Oncológicas e Ginecológicas

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A cirurgia robótica vem apresentando importante crescimento nos últimos anos no país. Nos últimos 5 anos, quase 100 mil procedimentos robóticos foram realizados no território nacional, de acordo com dados da Associação Médica Brasileira.

Sua utilização é ampla em diversas especialidades, porém apresenta grandes benefícios em cirurgias pélvicas complexas, como em casos avançados de endometriose, e também nas cirurgias oncológicas.

Como funciona o Sistema Robótico?

O sistema robótico é composto por três partes separadas, conectadas por cabos de fibra ótica, levando qualquer comando do cirurgião de forma instantânea. São elas: o console do cirurgião, o carro do paciente e o carro de visão.

  • Console do cirurgião: é de onde o cirurgião habilitado comanda os movimentos e as funções do robô. Nele são controlados os movimentos dos braços robóticos, com suas pinças. Além disso, o console apresenta visão tridimensional, aumentando a precisão da cirurgia.
  • Carro de Visão: apresenta uma tela para que cirurgiões auxiliares e os outros membros da equipe cirúrgica possam acompanhar o procedimento em tempo real. Além disso, nele são acoplados a central de energia mono e bipolar, fundamentais para a segurança e eficiência da cirurgia.
  • Carro do Paciente: é parte que fica acoplada no paciente, por incisões de 8mm, onde inserimos as cânulas para acoplar os braços robóticos. Nos braços, conectamos as pinças de trabalho e o endoscópio (câmera) que gera imagens em alta resolução e em 3D para a visualização do cirurgião.

Carro de visão

Console do cirurgião

Carro do Paciente – Plataforma Da Vinci Xi

Por que escolher a cirurgia robótica?

A plataforma robótica representa um importante avanço tecnológico em relação à laparoscopia e cirurgia convencional (aberta). As vantagens da cirurgia robótica são inúmeras, mas as principais são:

  • Visão em 3D HD do campo cirúrgico, o que proporciona uma visualização muito mais detalhada e com ampliação de 10x a 12x da imagem. Isso possibilita a melhor identificação e preservação de estruturas milimétricas, resultando em menos sequelas relacionadas à cirurgia.

Imagens de fluorescência com a utilização do corante verde de indocianina, fornecendo visualização destacada de estruturas, como ureteres, ductos biliares, Linfonodos sentinela, além de possibilitar a avaliação em tempo real da perfusão de tecidos após sua ressecção e anastomose.

Utilização do corante Verde de Indocianina (ICG) em cirurgia oncológica para identificação do Linfonodo Sentinela.

Pinças robóticas com movimentação mais ampla que o punho humano.

  • Instrumentos robóticos com grande refinamento e amplitude de movimentos. Essas características possibilitam uma cirurgia mais eficiente e segura, reduzindo sangramentos e acelerando a recuperação pós-operatória.
  • Filtros de tremores e regulagem de força, conferindo maior precisão e segurança aos movimentos no campo cirúrgico.

Perguntas Frequentes:

Todos os cirurgiões podem realizar cirurgias robóticas?

O cirurgião, para realizar cirurgias robóticas, necessita passar por uma certificação internacional padronizada, onde ocorrem diversos treinamentos presenciais, online, teóricos e práticos. São utilizadas plataformas de simulação cirúrgica, bem como treinamento no próprio console do robô, em modelos inanimados. Além disso, há um acompanhamento próximo com um treinador certificado para consolidação dos conhecimentos e segurança na utilização da tecnologia, nos primeiros 10 procedimentos cirúrgicos.

O robô é programado para operar sozinho?

O cirurgião habilitado tem total controle de todos os movimentos do robô durante os procedimentos cirúrgicos. Deve, portanto, ter o conhecimento e habilidades necessárias para realizar as cirurgias propostas, além do domínio da plataforma robótica e sua melhor utilização. O robô não tem autonomia para realizar cirurgias sem o controle do cirurgião.

O cirurgião opera à distância ou fica presente na sala de cirurgia?

Todas as partes do robô (carrinho do paciente, console do cirurgião e o carro de visão), se encontram na sala de cirurgia e são interligados por um cabo de fibra ótica, de maneira que funcionem harmonicamente a partir do comando do cirurgião. Enquanto isso, cirurgiões auxiliares ficam presentes em campo cirúrgico, em contato com o paciente.

Quais são os riscos da cirurgia robótica?

Embora sejam reduzidos, os riscos incluem complicações cirúrgicas comuns, como infecções e sangramentos, dependendo da complexidade do caso.

O console do cirurgião: onde precisão e tecnologia se encontram.

Carro do paciente acoplado durante cirurgia.

Quer saber mais sobre cirurgia robótica ou tem interesse em realizar sua cirurgia por robô?

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Antonio Eckhardt – Cirurgião Oncológico e Ginecológico / RQE: 35488

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Com vasta experiência em ginecologia e oncologia, o Dr. Antonio atua com técnicas avançadas como a cirurgia robótica e laparoscópica, sempre com foco na saúde integral do paciente. Profissional ético e dedicado, ele acredita que um atendimento humanizado e individualizado transforma o processo de cura, criando uma relação de confiança entre médico e paciente.

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